Fique por dentro das últimas tendências e desafios na área de sustentabilidade alimentar. Aprenda sobre a produção responsável de alimentos, as iniciativas de sustentabilidade em empresas do setor alimentício e as formas de reduzir o impacto ambiental do consumo de alimentos.
A comida e a culinária francesa: o imaginário colocado em prática. Uma imersão no "savoir-faire à la française" em diversas facetas, desde a arte da culinária até questões de saúde pública e legislação alimentar.
Visita TécnicaPresencialTecnologia de AlimentosSustentabilidadeGestão da Qualidade
Da legislação alimentar a aplicação das boas práticas na indústria de alimentos. Um programa que aborda os princípios gerais e requisitos para a legislação alimentar, abrangendo todas as etapas da produção e distribuição.
Visita TécnicaPresencialTecnologia de AlimentosSustentabilidadeGastronomia
Da agricultura ao desenvolvimento sustentável. Um programa que convida o aluno a observar e analisar o contexto da alimentação sustentável e entender os sistemas alimentares sustentáveis em funcionamento na Europa.
Cacau e chocolateSustentabilidadeTecnologia de Alimentos
Uma abordagem completa e direcionada sobre o mercado europeu de chocolates. Um programa importante para empresários e profissionais que desejam estar atentos às tendências, inovações e exigências do mercado.
Uma abordagem completa e direcionada sobre o mercado europeu de chás e infusões. Um programa importante para os empresários e profissionais que desejam estar atentos às tendências, inovações e exigências do mercado.
Distribuição de alimentosMarketing de AlimentosGestão da Qualidade
Uma abordagem completa e direcionada sobre o mercado europeu de Distribuição de Alimentos. Um programa importante para os empresários e profissionais que desejam estar atentos às tendências, inovações e exigências do mercado.
Uma abordagem completa e direcionada sobre o mercado europeu de Food Service. Um programa importante para os empresários e profissionais que desejam estar atentos às tendências, inovações e exigências do mercado.
Pesca e pescadoGestão da QualidadeTecnologia de Alimentos
Uma abordagem completa e direcionada sobre o mercado europeu da pesca e do pescado. Um programa importante para os empresários e profissionais que desejam estar atentos às tendências, inovações e exigências do mercado.
Leite e laticíniosTecnologia de AlimentosGestão da Qualidade
Uma abordagem completa e direcionada sobre o mercado europeu de leite e laticínios. Um programa importante para os empreendedores e profissionais que desejam estar atentos às inovações, tendências, inovações e exigências do mercado.
Uma abordagem completa e direcionada sobre o mercado europeu do plantio e manejo de oliveiras, azeitonas de mesa e azeite. Um programa importante para os empreendedores e profissionais que desejam estar atentos às inovações, tendências, inovações e exigências do mercado.
Agricultura e pecuáriaTecnologia de AlimentosGestão da QualidadeAgronegócio
Uma abordagem completa e direcionada sobre o mercado europeu da agricultura e pecuária. Um programa importante para os empreendedores e profissionais que desejam estar atentos às inovações, tendências, inovações e exigências do mercado internacional.
Carnes e derivadosGestão da QualidadeTecnologia de Alimentos
Uma abordagem completa e direcionada sobre o mercado europeu de carnes e derivados. Um programa importante para os empreendedores e profissionais que desejam estar atentos às inovações, tendências, inovações e exigências do mercado internacional.
SustentabilidadeTecnologia de AlimentosGestão da Qualidade
Um programa importante para os empreendedores e profissionais que desejam estar atentos às inovações, tendências, inovações e exigências do mercado internacional de ovos e ovoprodutos.
O programa foi desenvolvido para empresários, gestores, diretores, educadores e profissionais técnicos do setor da educação, para enfrentarem o mercado contemporâneo e as novas exigências da comunidade escolar.
Os incêndios florestais já afetam a produção de alimentos, a renda dos agricultores e a estabilidade das cadeias agroalimentares europeias. Em resposta, a União Europeia passou a integrar medidas agrícolas às estratégias de prevenção, incluindo o incentivo ao pastoreio e aos sistemas silvipastoris. A gestão da paisagem torna-se, assim, um elemento importante para reduzir o risco de incêndios e aumentar a resiliência do sistema alimentar.
A Itália criou o selo Made Green in Italy para certificar produtos com melhor desempenho ambiental com base na metodologia europeia Product Environmental Footprint (PEF). Em conjunto com outras iniciativas europeias, o programa mostra que os critérios ambientais ganham espaço na forma de avaliar e comunicar os alimentos.
A França apresentou as primeiras maquetes do futuro sistema de etiquetagem ambiental para alimentos, que pretende informar os consumidores sobre o impacto ambiental dos produtos. A proposta considera critérios como emissões de carbono, biodiversidade, uso dos recursos naturais e práticas de produção. A iniciativa reforça a tendência de ampliar a transparência na cadeia agroalimentar e incentivar escolhas de consumo mais sustentáveis.
A nova regulamentação europeia, em particular a Diretiva (UE) 2020/2184, reforça as exigências sobre a qualidade da água e a responsabilidade das empresas alimentares no seu controlo. A gestão passa a basear-se numa abordagem de risco, incluindo monitorização contínua e atenção a contaminantes emergentes como os PFAS.
A Comissão Europeia lançou a Women in Farming Platform para reforçar a participação das mulheres no setor agrícola e nas comunidades rurais da União Europeia. A iniciativa cria espaços de mentoria, cooperação e troca de experiências para apoiar agricultoras e superar barreiras estruturais ao acesso à terra, financiamento e formação. Ao destacar boas práticas e promover igualdade de oportunidades, a plataforma pretende tornar a agricultura europeia mais inclusiva, sustentável e resiliente.
A França lançou uma nova estratégia nacional para alimentação, nutrição e clima, com metas até 2030. O objetivo é integrar saúde, sustentabilidade e qualidade alimentar, promovendo cadeias produtivas mais responsáveis e reduzindo o impacto ambiental. A iniciativa enfatiza a restauração coletiva, a inovação agrícola e o acesso universal a alimentos saudáveis como instrumentos centrais para transformar o sistema alimentar.
A cidade de Tours inaugurou uma nova cozinha central que integra produção em larga escala com princípios de sustentabilidade, economia circular e alimentos de qualidade. O projeto prioriza ingredientes biológicos, reuso de recipientes e redução de resíduos, combinando inovação técnica, logística e ambiental.
O relatório do Diálogo Estratégico sobre o Futuro da Agricultura da UE destaca os desafios de equilibrar produtividade, sustentabilidade e justiça social no setor agrícola europeu, propondo incentivos para práticas mais ecológicas e apoio a pequenos e médios produtores. Para profissionais do agroalimentar, o estudo reforça a necessidade de inovação, capacitação e atenção às mudanças regulatórias, preparando o setor para atuar de forma responsável e alinhada aos novos desafios da União Europeia.
O “Uovo Circolare”, desenvolvido pela Azienda Agricola Fantolino em parceria com a UNISG na Itália, aplica a economia circular à produção de ovos, transformando resíduos agroalimentares em alimento para larvas que compõem parte da ração das galinhas poedeiras. O projeto reduz desperdício, promove bem-estar animal e incorpora pesquisa científica para melhorar a qualidade do produto. Mais do que um ovo, ele simboliza a transição de uma economia linear para uma regenerativa, integrando sustentabilidade, inovação e responsabilidade social.
O Basque Culinary Center e a AgroBank lançaram a iniciativa Impulso Agro, destacando 40 jovens profissionais que inovam e enfrentam os desafios do setor agroalimentar e gastronômico. Esses jovens combinam sustentabilidade, tecnologia e tradição para transformar a cadeia produtiva, com destaque para a forte presença feminina e projetos focados em renovação geracional. A iniciativa busca criar uma rede colaborativa que impulsione mudanças significativas no agro, conectando talentos e promovendo um futuro mais sustentável e inovador.
O uso de blockchain em cadeias de suprimentos de alimentos perecíveis pode aumentar a transparência sobre a frescura dos produtos, reduzindo desperdícios e aumentando os lucros. A tecnologia, aliada a sensores IoT e contratos inteligentes, permite decisões mais eficientes e relações mais justas entre varejistas e fornecedores.
No colóquio realizado em 14 de maio no Palais Bourbon, em Paris, especialistas de diversas áreas defenderam a substituição do PRG100 pelo PRG* para uma avaliação mais precisa do impacto climático da criação de ruminantes. O evento destacou a importância dos sistemas de criação extensiva e das pastagens permanentes na preservação do solo, da biodiversidade e da qualidade da água. Também foi ressaltado que os impactos ambientais e na saúde dependem mais do modelo de produção adotado do que dos ruminantes em si.
A ESAAF é uma nova aliança formada por cinco grandes institutos europeus para fortalecer a ligação entre ciência e políticas públicas em agricultura e alimentação. Seu objetivo é fornecer conhecimento científico independente, atualizado e coordenado para apoiar decisões estratégicas da União Europeia. A iniciativa busca acelerar a transição para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e competitivos em toda a Europa.
O transporte de passageiros, como trens e aviões, desperdiça alimentos em todas as etapas do serviço. As perdas são causadas por excesso de oferta, demanda imprevisível e falta de infraestrutura para reaproveitamento. Isso gera impactos ambientais, econômicos e reputacionais significativos para as empresas.
O setor de ovoprodutos oferece ovos em formas práticas como líquidas, congeladas ou em pó, visando facilitar o uso pela indústria alimentícia e de alimentação fora do lar. Esses produtos garantem vantagens como qualidade constante, higiene, economia de tempo e facilidade de armazenamento. A fabricação segue rigorosos processos de pasteurização e controle de temperatura, utilizando até ovos excedentes ou de baixa qualidade, evitando desperdícios.
Relatório Sodexo destaca a crescente importância dos profissionais da restauração na promoção de práticas alimentares sustentáveis, com foco na criatividade e responsabilidade na criação de refeições. Além disso, enfatiza que a capacitação e inovação desses profissionais são essenciais para atender às novas demandas dos consumidores, unindo saúde, sabor e sustentabilidade.
O setor agroalimentar europeu teme o acordo Mercosul-UE devido à concorrência desigual, impactos ambientais negativos e o risco de exploração de recursos naturais sem benefícios para as comunidades locais.
Muitas empresas do setor alimentar estão apostando no transporte marítimo, tanto para descarbonizar os seus fornecimentos de matérias-primas exóticas como para exportar os seus produtos acabados para destinações longínquas. Uma solução única para reduzir drasticamente a pegada de carbono associada aos fluxos logísticos. Especialmente porque os produtos ambientais beneficiam de uma longa vida útil, compatível com tempos de transporte prolongados.
A Agência Europeia do Ambiente (AEA) publicou o relatório “O Estado da Água na Europa 2024”. Segundo o relatório, o importante acervo comunitário e as políticas para proteger os recursos hídricos ainda não produziram melhorias significativas. A criticidade diz respeito à quantidade e qualidade da água, bem como aos efeitos devastadores que as alterações climáticas expressam através da alternância de secas e cheias.
Na França, cada vez mais empresas, de todos os setores combinados, estão empenhadas em excluir das suas prateleiras ou das suas preparações os ovos provenientes de galinhas criadas em gaiolas.
O Regulamento sobre Produtos Livres de Desmatamento, em inglês “EU Regulation on Deforestation-Free Supply Chains” (EUDR) é, segundo a Comissão Europeia, um ponto de virada importante na luta global contra o desmatamento. O regulamento se aplica a todos os produtos colocados no mercado a partir de 30 de dezembro de 2024 (30 de junho de 2025 para pequenas empresas).
O rótulo nacional francês anti desperdício alimentar visa recompensar os atores da cadeia alimentar envolvidos na luta contra o desperdício alimentar. Apoiado pelo Estado francês, faz parte da lei anti-desperdício para uma economia circular, que visa mudar o modelo de produção e consumo.
No ponto de venda ou distribuição o “mercado anti desperdício” é animado por inúmeros atores, sites e aplicativos, redes de lojas, dentre outros. Eles propõem de cestos de frutas e legumes já compostos, à uma vasta escolha de produtos cotidianos. Descubra as principais iniciativas que já fazem parte do cotidiano dos franceses.
A Plataforma da União Europeia sobre Perdas e Desperdício de Alimentos da Comissão Europeia publicou um relatório sobre os acordos voluntários em vigor em 15 estados europeus e Reino Unido para reduzir as perdas e o desperdício de alimentos.
A última greve dos agricultores franceses, quando tratores bloquearam estradas, entraram nas cidades, e manifestaram seus descontentamento perante grandes distribuidores, foi a maneira que o setor encontrou para fazer uma série de reivindicações que não dizem respeito às grandes potências agrícolas.
"Upcycling", tendência de transformar resíduos em novos produtos de qualidade, serve como alavanca para proteger o ambiente e combater o aquecimento global.
Relatório da FAO discute o futuro da alimentação e agricultura, analisando 18 drivers de sistema agroalimentar para promover sustentabilidade e resiliência.
O texto discute a água como recurso estratégico, a causa de conflitos e a necessidade da hidrodiplomacia para a gestão de bacias hidrográficas compartilhadas.
Relatório da European Foundation identifica tendências em Agritech e FoodTech para 2023 com foco em inteligência artificial, proteínas alternativas e sustentabilidade.
Reunião do FMI e Banco Mundial discute aspectos como fragmentação da economia mundial, riscos à estabilidade financeira e problemas de dívida soberana.
As alterações climáticas representam uma grande ameaça à segurança global, podendo causar escassez de recursos, migrações em massa e potenciais conflitos.
Estudo de 40 anos da Fundação Rodale conclui que a agricultura orgânica apresenta resultados igual ou superiores à tradicional, especialmente durante secas.
O projeto FOODSAFETY4EU busca desenvolver uma plataforma multistakeholder para aprimorar a segurança alimentar na Europa, incluindo ferramentas digitais inovadoras.
80% dos espanhóis reduziram o consumo de carne animal nos últimos anos por motivos como preço, saúde e bem-estar animal. Jovens e mulheres lideram essa mudança.
O relatório da PAC prevê redução na produção agrícola da UE com impacto nos setores de cereais, laticínios e carnes pela adoção de práticas mais sustentáveis.
"Objetivo 55" é a meta da UE para reduzir emissões em 55% até 2030. Segundo relatório, apenas Grécia e Portugal estão alinhados a essa meta com medidas existentes.
O crescimento das hortas urbanas em Portugal e França surge como uma forma de reaproximar cidades do campo, promovendo a sustentabilidade e a segurança alimentar.
A pandemia do coronavírus é mais perigosa que a SARS de 2002, com período de incubação diferente e capacidade de contágio rápida. Medidas de combate são essenciais.
Durante a quarentena, evitar desperdiçar alimentos é essencial. Compra responsável, atenção à validade, planejamento de compras e armazenamento correto são ações necessárias.