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A gestão de alergênicos na Europa está evoluindo de uma abordagem cautelar para um modelo baseado em risco, impulsionado por iniciativas de países como Países Baixos e Espanha. O sistema VITAL se destaca ao utilizar dados científicos para definir quando a rotulagem preventiva é realmente necessária. Essa mudança melhora a proteção dos consumidores e traz mais clareza e eficiência para a indústria de alimentos.
Startups FoodTech estão redefinindo o setor alimentar ao integrar inteligência artificial, biotecnologia e novos modelos de negócio. Soluções em proteínas alternativas, redução do desperdício e digitalização mostram um sistema alimentar em rápida transformação. Para empresas do setor, acompanhar essas inovações é essencial para manter competitividade e relevância.
A nova regulamentação europeia, em particular a Diretiva (UE) 2020/2184, reforça as exigências sobre a qualidade da água e a responsabilidade das empresas alimentares no seu controlo. A gestão passa a basear-se numa abordagem de risco, incluindo monitorização contínua e atenção a contaminantes emergentes como os PFAS.
Apesar de sua liderança global em e-commerce, a Amazon ainda enfrenta dificuldades para se impor no setor alimentar devido a margens reduzidas, alta complexidade logística e comportamento do consumidor. O mercado exige modelos mais adaptados, com forte integração entre canais físicos e digitais. Nesse contexto, o sucesso no alimentar depende menos da digitalização isolada e mais de estratégias omnicanal e eficiência operacional.
A tecnologia está no centro da revolução das proteínas vegetais, com processos avançados de texturização, modificação enzimática e digitalização formando a base de ingredientes cada vez mais funcionais e sensoriais. Essas inovações permitem a criação de produtos plant‑based com desempenho nutricional e organoléptico próximos aos de proteínas animais, ao mesmo tempo em que melhoram a eficiência e a sustentabilidade da produção.
Durante a Alimentaria 2026, a Verakis acompanhou de perto os snacks inovadores, incluindo produtos à base de bagaço, ovo e brócoli funcional. Essas inovações refletem a tendência global de snacks funcionais, que combinam saúde, sabor e conveniência. Além disso, o uso de subprodutos e ingredientes sustentáveis destaca o potencial de inovação e competitividade no setor agroalimentar.