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A União Europeia reforçou os controles sobre a importação de alimentos, animais e produtos vegetais, ampliando exigências sanitárias, ambientais e de rastreabilidade. As novas medidas buscam proteger a segurança alimentar europeia e alinhar o comércio aos objetivos climáticos e regulatórios do bloco. Para países exportadores como o Brasil, isso significa maior pressão por conformidade, transparência e adaptação às normas europeias.
O Natal não é apenas uma celebração religiosa: para o setor agroalimentar e varejista é também uma das datas de maior impacto econômico do ano, especialmente nos países de tradição cristã no Ocidente.
A inteligência artificial já influencia decisões na segurança alimentar, mas seu uso levanta dilemas que vão além da tecnologia. Sem ética e governança, a IA pode reforçar desigualdades e concentrar poder. No sistema alimentar, a questão central é decidir a serviço de quem essas ferramentas operam.
A INTERBEV lançou um plano reconquistar a soberania alimentar da França, frente à queda dos rebanhos de ruminantes e à dependência de importações. O plano inclui reforço da produção nacional, valorização dos cortes locais e exigência de padrões sanitários e ambientais para carnes importadas. A iniciativa destaca a importância de preservar a produção local, apoiar produtores e garantir segurança alimentar e sustentabilidade.
O relatório do Diálogo Estratégico sobre o Futuro da Agricultura da UE destaca os desafios de equilibrar produtividade, sustentabilidade e justiça social no setor agrícola europeu, propondo incentivos para práticas mais ecológicas e apoio a pequenos e médios produtores. Para profissionais do agroalimentar, o estudo reforça a necessidade de inovação, capacitação e atenção às mudanças regulatórias, preparando o setor para atuar de forma responsável e alinhada aos novos desafios da União Europeia.
A França implementa a SNANC para integrar alimentação, saúde, meio ambiente e justiça social, promovendo dietas mais saudáveis, redução de emissões e proteção da biodiversidade. A estratégia se conecta a políticas e projetos locais, transformando diretrizes em ações concretas com financiamento e suporte técnico, estimulando mudanças reais nos hábitos alimentares e fortalecendo a resiliência territorial.