Este é o nosso espaço dedicado a explorar e compartilhar informações, tendências alimentares e inovações da indústria agroalimentar. Nossos artigos são o resultado de uma busca incansável por informações precisas e confiáveis, com o compromisso de promover a transparência, a sustentabilidade e a qualidade nas informações que oferecemos à população.
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Em Portugal, 113 produtos alimentares receberam em 2026 a distinção Sabor do Ano, um selo europeu que reconhece qualidade sensorial e aceitação do consumidor. O prêmio é baseado em provas cegas com consumidores reais, avaliando sabor, textura, odor e satisfação geral, garantindo que apenas os produtos mais apreciados sejam premiados.
A restauração está passando por mudanças profundas, com clientes valorizando experiência, presença digital e espaços multifuncionais. Gestão colaborativa, controle de custos e inovação se tornaram essenciais para o sucesso dos restaurantes. Adaptar-se a essas transformações garante relevância e competitividade no mercado atual.
A gastronomia de 2026 combina tradição e inovação. Ingredientes locais e técnicas criativas ganham destaque. Comer e cozinhar tornam-se experiências conscientes e memoráveis. Nada de transcendente...
A cidade de Tours inaugurou uma nova cozinha central que integra produção em larga escala com princípios de sustentabilidade, economia circular e alimentos de qualidade. O projeto prioriza ingredientes biológicos, reuso de recipientes e redução de resíduos, combinando inovação técnica, logística e ambiental.
A UE e os países do Mercosul assinam acordo comercial em 16 de janeiro de 2026, mas sua entrada em vigor depende de ratificação pelos parlamentos. O pacto abre oportunidades para o comércio agroalimentar, mas também gera preocupações sobre concorrência, sustentabilidade e normas de qualidade. Só com a implementação prática será possível avaliar se a troca será justa e se a qualidade dos produtos será mantida ou aprimorada.
A União Europeia reforçou os controles sobre a importação de alimentos, animais e produtos vegetais, ampliando exigências sanitárias, ambientais e de rastreabilidade. As novas medidas buscam proteger a segurança alimentar europeia e alinhar o comércio aos objetivos climáticos e regulatórios do bloco. Para países exportadores como o Brasil, isso significa maior pressão por conformidade, transparência e adaptação às normas europeias.