Cet espace est destiné à ceux qui souhaitent connaître les sujets les plus récents et les plus controversés en matière d'alimentation, de nutrition et de gastronomie. Ici, différents points de vue sont présentés et des idées de bon sens sont remises en question, et sont disséquées sur la base de preuves scientifiques. Écrit par une personne non-conformiste et curieuse, qui perçoit la nourriture selon différents points de vue.
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Minha avó não comia camembert pois na época dela as condições de transporte de alimentos não eram as mesmas; a avó do meu marido não comia manga, nem banana, pelos mesmos motivos que a minha não comia camembert. A minha morava no Brasil e a dele em Portugal.
O Prêmio APAE reconhece jornalistas que elevam a qualidade da informação agroalimentar. Conectar campo e cidade, produtor e consumidor, ciência e sociedade é o verdadeiro valor desse trabalho.
Estudo de Cendrine Auguères mostra que consumidores percebem primeiro a marca e o nome do produto, com os labels vindo depois. Tamanho, posição e categoria influenciam a visibilidade, com frutas e legumes em destaque. Labels ligados a temas sensíveis, como saúde, ganham mais atenção mesmo sendo menos conhecidos.
Um estudo com mais de 220 mil adolescentes de 41 países mostrou que o uso problemático das redes sociais está ligado a hábitos alimentares menos saudáveis. Já o uso excessivo, sem dependência, teve impactos mais leves e até alguns efeitos positivos, como maior consumo de frutas entre os meninos. Os autores reforçam a importância de uma comunicação positiva sobre alimentação nas redes.
A ideia das fazendas verticais e da agricultura urbana high-tech fascina e provoca debates, mas ainda levanta dúvidas sobre sustentabilidade energética e impacto real nos padrões de consumo. Será esse o futuro da alimentação ou apenas mais uma utopia arquitetônica que nos afasta ainda mais da natureza?