Cet espace est destiné à ceux qui souhaitent connaître les sujets les plus récents et les plus controversés en matière d'alimentation, de nutrition et de gastronomie. Ici, différents points de vue sont présentés et des idées de bon sens sont remises en question, et sont disséquées sur la base de preuves scientifiques. Écrit par une personne non-conformiste et curieuse, qui perçoit la nourriture selon différents points de vue.
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Carragenanas são extratos de algas vermelhas usados como espessantes, mas nomes técnicos despertam desconfiança exagerada. O risco real é mínimo, mas a percepção pública se molda mais pelo nome e narrativa do que por evidência científica.
Algodão doce sem açúcar e hambúrgueres vegetais que imitam carne seguem a mesma lógica: preservar a experiência sensorial mesmo sem o ingrediente original. Substitutos químicos e fórmulas sofisticadas mantêm sabor e textura, mas também levantam questões sobre nossos hábitos e desejos. Enquanto alguns têm acesso a prazeres sofisticados, muitos ainda enfrentam insegurança alimentar.
O camembert, ícone da tradição francesa, agora destaca o teor de proteínas em sua versão leve, quase americanizando sua comunicação. Isso levanta a dúvida: seria uma resposta à queda do consumo de laticínios ou apenas uma jogada de marketing? No fim, o queijo não é mais só sabor e textura — é também narrativa, informação e tendência de consumo.
Um estudo recente avaliou a literacia alimentar de adultos em Portugal, medindo a habilidade de compreender, interpretar e aplicar informações sobre nutrição no dia a dia.
A União Europeia quer proibir o termo “steak vegetal”, mas não impede que produtos imitem carne em sabor e textura. Isso levanta a questão: quem decide como nomeamos a comida e por quê? No fim, o debate não é sobre paladar ou dieta, mas sobre como a semântica molda nossa percepção do que comemos.
Uma pesquisa sugere que traumas infantis maternos podem influenciar o peso dos filhos via ultraprocessados. Na prática, renda, tempo e acesso a alimentos importam muito mais. No fim, a questão é como simplificamos a ciência em histórias fáceis demais.