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Fundação Verakis

OS PONTOS DE VISTA SOBRE A ALIMENTAÇÃO

A Comida na Tela

Este espaço é para quem quer saber sobre o que há de mais novo e polêmico sobre alimentos, alimentação, nutrição e gastronomia. Aqui se mostra diferentes pontos de vista e coloca-se em xeque ideias de senso-comum que são dissecadas com evidências científicas. Escrito por uma irriquieta e inconformada pessoa que vê a alimentação por diversos pontos de vista.

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A França também se come pelas marcas

Algumas marcas alimentares francesas acompanham consumidores há décadas ou até séculos. De Anis de Flavigny, criada em 1591, a marcas como LU, Bonduelle, La Vache qui rit, Panzani, Carambar e Bonne Maman, suas histórias também acompanham a evolução dos hábitos alimentares franceses. Conhecer essas marcas é também descobrir uma parte da história da alimentação na França.

Antes do primeiro gole a marca já falou

A Coca-Cola está renovando sua identidade visual global sem alterar as receitas dos seus produtos. A mudança mostra como cores, formas, tipografia e embalagens participam do reconhecimento de um alimento antes mesmo de ele ser consumido. Para uma marca global, atualizar a aparência significa encontrar um equilíbrio entre inovação e memória.

Quando a paisagem entra no prato

A Finlândia criou uma experiência gastronômica em que paisagem, produtores, ingredientes e viagem fazem parte de um mesmo percurso. A iniciativa mostra como o turismo gastronômico transforma o território em parte do próprio produto e da narrativa culinária. Mas, quando tradição e paisagem também se tornam experiências de consumo, vale perguntar o que permanece além da fotografia e da lembrança da viagem.

A comida também sabe contar histórias

O Culinary Zinema, do Festival de San Sebastián, mostra como o cinema pode usar a comida para falar de território, memória, identidade, trabalho e cultura. Outros eventos, como o EATFILM, exploram essa relação aproximando projeções, gastronomia e público. A comida pode ser uma das linguagens usadas pelo cinema para contar histórias.

O corpo que as redes sociais nos ensinam a desejar

Um estudo da Fondation APRIL e da Fondation Jean-Jaurès analisa como conteúdos cotidianos nas redes sociais podem influenciar a percepção dos jovens sobre corpo, saúde e bem-estar. A questão não está apenas nos conteúdos extremos, mas na repetição de mensagens aparentemente positivas que transformam o corpo e os hábitos em projetos permanentes de melhoria. O estudo convida a olhar para além do conteúdo e questionar também os mecanismos que determinam o que vemos, comparamos e desejamos.

O tempo também é um ingrediente

A alimentação moderna valoriza cada vez mais rapidez e conveniência, mas muitos alimentos continuam dependendo do tempo para existir. Uma pausa também pode ser uma forma de redescobrir sabores, histórias e relações com a comida. O A comida na tela faz uma breve pausa e retorna em breve com novos olhares sobre o mundo alimentar.